Do medo ao prazer. Uma aventura num motel em Lisboa!

Senti que a minha vida estava estagnada a nível social e sexual. Estava muito fechada no meu núcleo de amigos, seria difícil encontrar algo que me estimulasse.
Decidi entrar num site de encontros por curiosidade. Queria sair da rotina mas, sem me expor ou sair detrás do monitor.

Ainda estava a ver como funcionava o site e as mensagens começavam a cair aos molhos, era impossível ler tudo. As abordagens eram directas, porque uma mulher num site de cariz sexual tem que estar disponível. Confesso que também houve conversas interessantes.

Mas nenhuma que me fizesse querer perder a cabeça, ou querer conhecer a pessoa.
Entre essas abordagens apareceu o J., inicialmente não me chamou a atenção. Ele disse boa noite e eu respondi por ser educada, sem vontade de dar conversa. Pensei que iria ser mais do mesmo mas, com um jeito descontraído acabou por prender a minha atenção. Não senti tesão mas empatia. Gostava de conversar com ele. As conversas eram banais, por exemplo, falávamos de como estavam a correr as coisas, se já tínhamos encontrado alguém interessante. Ambos procurávamos o mesmo…ter autênticos momentos de prazer, realizar as fantasias que tanto nos excitava. Sem criarmos qualquer tipo de relação, que não fosse sexual. Ele achava que não havia mulheres e eu já estava farta das abordagens grosseiras. De forma natural as nossa conversas começaram a aquecer. Estávamos completamente a vontade para contar experiências, confessar fetiches. E a tesão começou a subir, cada vez a fasquia estava mais alta. Descrevíamos ao pormenor o que queríamos e o que gostávamos. Houve uma noite que estivemos a falar até as 6h30 da manhã. As nossas conversas eram cada vez mais intensas, e a juntar a isso, gostava de enviar pequenos vídeos só para apimentar.

Não demorou muito até chegar o momento em que o virtual já não bastava, queríamos mais. Ou seja, tinha chegado a altura de conhecer-nos, de tornar reais as nossas fantasias. Senti que estava a ficar louca, porque nunca tinha feito nada do género. Não era essa a minha intenção quando criei o perfil no site.

Combinamos um encontro num motel. Era a primeira vez que iria a um motel e, logo com um uma pessoa que nunca tinha visto, que não fazia a mínima ideia de como era.

Passamos a tarde a trocar mensagens, com conversa banal. Os dois de forma inconsciente tentamos abstrair do que iria acontecer.

Quando estava em casa a preparar-me para o encontro os nervos começaram a tomar conta de mim, comecei a ter consciência da loucura, dos perigos. Pensei várias vezes se a tesão que tinha por ele valeria os riscos que estava a correr. A verdade é que tinha mais à vontade com ele do que com algumas relações anteriores que tinha tido. Com ele era fácil dizer como gostava de ser fodida, das palmadas que gostava de levar, dos palavrões que gostava de dizer. Não havia tabus.

Quando estava a chegar comecei a reparar em todos os homens sozinhos que estavam na rua, percebi que qualquer um podia ser o J.. Percebi que não sabia nada dele, a descrição física que tinha era dum homem comum.

Trocamos e-mails, disse que estava a porta do motel, tomei coragem e sai do carro. Cheguei a entrada duma rua estreita e escura e ele aparece, se fosse um acontecimento normal tinha apanhado o maior susto da minha vida, mas naquele momento senti um enorme alívio. Percebi que o J. também estava nervoso e, mesmo assim, tentou acalmar-me. Confesso que não ouvi nada do que disse, mas gostei da atitude dele, mostrou consideração. O que ajudou a que eu baixasse a guarda.

Entramos no quarto, olhei em volta para observar cada detalhe, cada pormenor, cada cheiro.

Sentamos nos na cama e abrimos o vinho, quase que não falávamos. Estava super curiosa sobre a pessoa que tinha a minha frente, mas não queria estragar a fantasia. Enquanto bebia o vinho e conversava os nervos iam passando continuei a observar o quarto e comecei a sentir tesão. Então tomei a iniciativa e perguntei se ele queria a massagem.

Ele despiu-se ficando apenas de sunga e deitou-se de barriga para baixo, eu aqueci o óleo com as mãos e comecei a massagem. Queria que corresse bem e que ele gostasse. Estava com uma pessoa à minha frente que não conhecia mas, não queria de todo desiludir. Pelo contrário queria agradar.

Ele perguntou se eu não tirava a roupa, eu pedi para ser ele a despir uma vez que estava com as mãos cheias de óleo. Ele tirou-me o vestido, e agarrou-me com força por trás, foi o primeiro contacto dos nossos corpos praticamente nus. Nesse momento senti as pernas a tremer e um calor a percorrer todo o meu corpo, estava cheia de tesão. Estava deitada e ele percorreu todo o meu corpo com as mãos, quando enfiou a mão dentro das minhas cuecas fiquei toda molhada.

Tiramos o resto da roupa, e demos um beijo intenso. Ele começou a beijar o meu pescoço, senti um leve arrepio de prazer, continuou a descer e começou a beijar e a mordiscar os meus mamilos, conforme ele mordia e apertava com mais força mais tesão eu sentia, parecia que ele lia os meus desejos mais íntimos. Depois beijou a minha barriga, as minhas coxas bem devagar e de forma bem sensual e firme, sabia o que estava a fazer. Penetrou-me com um dedo, estava toda molhada de prazer, enfiou bem fundo, tirou e voltou a enfiar voltou a tirar e deu-me para o chupar, com o olhar fixado um no outro eu chupava o seu dedo bem devagar, saboreando. Ele voltou a descer e voltou a penetrar com um dedo depois com dois ao mesmo tempo que passava a língua e chupava, dava leves dentadas no meu clitóris, toda eu me torcia não me vir naquele momento, mas estava difícil com a forma como o J. fazia aquele minete. Estava demasiado bom. Antes que me viesse puxei-o para cima. Beijamo-nos e comecei por lhe mordiscar a orelha fui descendo, as minhas pernas ainda tremiam do minete, lambi os seus mamilos quase invisíveis fui descendo ate que cheguei ao seu caralho, estava erecto e brilhante, era bonito.

Agarrei-o como se fosse bater uma punheta, lambi uma virilha enqanto o massajava, lambi a outra virilha, passei a língua por todo o caralho brinquei com a cabeça, que delícia. Enfiei-o todo na boca chupei com prazer, tirei e voltei a lamber o caralho, passei com todo o cuidado com os dentes só para arrepiar. Desci até aos colhões, beijei lambi chupei acariciei enquanto lhe ia batendo uma punheta. Estava a adorar, comecei a passar a língua na cabeça do pau que já babava, lambia a olhar o J. nos olhos, ver o prazer que estava a sentir. Enfiei o caralho todo na boca até ao limite e comecei o vai e vem. O J. não aguentou agarrou a minha cabeça e começou a empurrar até eu me engasgar e começou a foder-me a boca. De forma viril e segura J. agarrou em mim, pôs-me de quatro e penetrou-me duma vez, senti a cona a rasgar, estávamos os dois em êxtase, a forma como ele me agarrava, deixava-me ainda mais excitada. Enquanto me penetrava ia dando palmadas no rabo fazendo com que eu rebolasse ainda mais no seu caralho tesudo, acabando por me vir. Ele tirou o caralho para eu o lamber, estava completamente melado, chupei-o todo enquanto ele me acariciava a cona e ia esfregando o meu leite na entrada do meu cu.

Senti um arrepio ao perceber o que ia acontecer, voltei a colocar-me de quatro e fiquei relaxada enquanto o meu cu era rasgado, senti uma dor que rapidamente se transformou em prazer, J. enfiou deixou acostumar-se e começou o vai e vem, percebeu o quanto eu gostava de anal e comentou como eu aguentava bem levar no cu. Estava a adorar ser a sua puta, e pedia para ele me foder o cu, rebolava, empinava para entrar todo, enquanto acariciava a minha cona molhada. As palmadas eram cada vez mais fortes. Ele tirava o caralho todo e voltava a enfiar duma vez. Fizemos uma pausa para nos acariciarmos, tirei o vibrador da mala e comecei a chupa-lo, o J. que adorou a forma como estava a fazer e deu-me um estalo, perguntou se gostava e eu respondi que sim.

Fodeu-me a cona em varias posições, até que enfiou-me o vibrador na cona e voltou a foder-me o cu, não aguentei e vim-me novamente. O J. acabou por se vir no meu cu. Estávamos completamente exaustos e satisfeitos.

Fomos tomar banho e, a água quente a correr pelos nossos corpos aumentou a tesão novamente. Ajoelhei-me e fiz-lhe um broche. Senti o caralho dele a endurecer ainda mais na minha boca. Levantei-me e demos um beijo. Ele encostou-me contra a parede e fodeu-me, foi uma foda rápida mas muito intensa e gostosa.

Saímos do banho, vestimo-nos e viemos embora.

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