“Após cerca de um minuto, saí de cima e estava feito. Era como um emprego. Era picar o cartão e seguir”
A minha vida e o meu emprego na Mansão da Playboy.”
“Todos pensam que o famoso portão metálico da Mansão da Playboy foi feito para manter as pessoas do lado de fora. Mas eu acabei por pensar que foi feito para me prender do lado de dentro.” –Holly Madison no seu livro Down the Rabbit Hole: Curious adventures and Cautionary Tales of a Former Playbot Bunny.
“Enquanto se está cá, temos de estar em casa até às 21:00. Não podemos convidar amigos para nos visitar.” – Carla Howe, The Mirror, em declarações ao jornal sobre a sua vida na Mansão da Playboy.
“Cada Sexta-Feira, tínhamos de ir ao quarto do Hef, esperar que ele limpasse o cocó da carpete – e pedir a nossa semanada: mil dólares em notas, novinhas em folha, retiradas do cofre que tinha na estante. Todas detestávamos este processo. O Hef aproveitava-se sempre da ocasião para abordar algo que não estivesse a gostar na relação. A maioria das queixas prendia-se com a falta de harmonia entre as namoradas – ou a falta de participação sexual nas “festas” que ele tinha no seu quarto. Se saíssemos da cidade por qualquer motivo e tivéssemos que faltar a uma das “noites de saída” oficiais [onde Hefner gostava de desfilar as suas miúdas nas discotecas], ele depois não queria dar a semanada. Ele usava isso como arma.” – Izabella St. James no seu livro, Bunny Tales: Behind Closed Doors at the Playboy Mansion, mas um dos comentários sobre a vida na Mansão da Playboy.
“Detesto esticar a mão, mas não podíamos ter outro trabalho para além de taxas de aparência.” –Kendra Wilkinson, US Weekly.
“Se se fizer algo de mal, recebe-se um email. Existem regras de conduta rígidas. Até existem regras para o uso do Twitter e do Instagram. Só pode ser mostrado o lado positivo e se alguém aparece bêbeda numa foto, estará em sarilhos.” – Melissa Howe, The Mirror.
“Apesar de fazermos o melhor para decorar os nossos quartos e torná-los mais confortáveis, os colchões eram nojentos – velhos, gastos, e manchados. Os lençóis também já tinham passado melhores dias, nem tudo era um mar de rosas na Mansão da Playboy.” – Izabella St. James no seu livro, Bunny Tales: Behind Closed Doors at the Playboy Mansion.
“Não podíamos convidar rapazes à casa. Era a regra mais importante – entrada não permitida a rapazes. Foi um dos principais motivos que nos levou a sair.” – Karissa Shannon, PopEater.
“O Hef estava acostumado a carpetes sujas. A carpete do quarto dele já não era mudada há anos, e as coisas pioraram bastante quando Holly Madison se mudou para o quarto dele como Namorada Número 1 e levou os seus dois cães, pouco depois de eu entrar na casa – acabávamos quase sempre por pisar o lixo do cão.” — Izabella St. James no seu livro, Bunny Tales: Behind Closed Doors at the Playboy Mansion.
“Para além das noites em que saíamos, só via o Hef cerca de uma vez por dia enquanto caminhava para o seu escritório. Nunca tínhamos encontros a dois.” – Kendra Wilkinson, Us Weekly.
“É como estar com um avô. Há pouco tempo, tiveram de chamar a enfermeira porque ele tinha caído na gruta.” –Carla Howe, The Mirror.
“Eu pensava que quaaludes deviam dar uma moca agradável. Hef chegou a dizer que eram usados para meter as raparigas no espirito para fazer sexo.” – Izabella St. James no seu livro, Bunny Tales: Behind Closed Doors at the Playboy Mansion.
“Quando se começa, a namorada principal faz-lhe [sexo oral], depois ela faz sexo com ele. É a primeira a ir pois é o mais seguro para ela. Sem proteção e sem testes. Ele não se importa.” – Jill Ann Spaulding no seu livro, Jill Ann: Upstairs.
“Hef só se deita ali, com a sua ereção de Viagra. É apenas uma ereção falsa, e cada menina mete-se em cima dele uns dois minutos enquanto as outras meninas, que estão por trás, o tentam manter excitado. Gritam coisas do género, “Fode-a papá, fode-a!” – Jill Ann Spaulding no seu livro, Jill Ann: Upstairs, mais um dos comentários sobre a vida na Mansão da Playboy!
“Após cerca de um minuto, saí de cima e estava feito. Era como um emprego. Era picar o cartão e seguir. Não é que eu tenha tido prazer ao fazer sexo com ele mas é assim que as coisas funcionam na Mansão da Playboy.” – Kendra Wilkinson no seu livro, Sliding Into Home.
“Se calhar era da erva e do álcool, mas afogar-me nisso parecia ser a forma mais lógica de fugir à vida ridícula que estava a levar na Mansão da Playboy.” – Holly Madison no seu livro, Down the Rabbit Hole: Curious adventures and Cautionary Tales of a Former Playbot Bunny.